21 de set de 2012

Oficina de Crônicas- Andréia Cibele da Luz






Oficina de Crônicas

Na verdade é uma desculpa esfarrapada para reunir um monte de gente rara;


Essa gente que escreve... Essa gente rara...

Eles fazem parte de uma “gente” que ainda acredita no amor, na vida, na ética, nas amizades, e acima de tudo no ser humano. Eles ainda têm o brilho no olhar. Choram às vezes, rezam sempre, acreditam em fadas...

O fato de ser acolhido e por nenhum momento julgado, nos faz olhar para o nosso dom da forma mais amorosa que podemos encontrar. Gente que ri... Gente que ensina... Gente com suas dores... Seres de luz.

Luiza Guarezi; Sua sensibilidade a leva a viajar cada texto lido.
Ela ri, fica indignada, se emociona com seu coraçãozinho flutuante. Não sabemos se ela melhor como escritora ou no teatro, de tão intensa que é esta mulher. Suas crônicas nos levam a viagens incríveis e muito engraçadas.

A Silvia já chegou com seu ar invejável de escritora, elegante, onde conseguimos até imaginá-la sentada na mesa em uma noite de autógrafos. Mas às vezes nos confunde com este seu jeitinho de uma adolescente que acaba de escrever seu poema preferido para um amor secreto. Quando começo a ler e sinto que ao meu lado sua atenção está fixa no meu texto, me sinto como uma menina de dez anos em que o professor a coloca lá na frente da sala de aula, para ler a redação que fez. Juro. Chego a suar frio. De tão impressionante que é esta mulher.

Eliziane Nicolao Lobo Pacheco; Seu coração é um albergue aberto todos os dias. Tem pela vida um interesse ávido. Que busca compreendê-la sentindo-a muito. Ama tudo, anima tudo, empresta humanidade a tudo, Sua simpatia e seu jeitinho doce de menina levada, encantou a todos.

Biazio; Esse sopro da juventude foi de grande valia para este grupo. Como um jovem poeta que não quer que a primavera termine nunca, ele com seu bloquinho de anotações, e seu radar nos surpreendeu a cada crônica.

Jo Maciel; Um olhar sempre atento ao novo, ao todo. Na arte, na tinta do quadro, nas palavras escritas, em uma escultura. Tem a capacidade de organizar cada idéia, cada obra prima. Atenta, ela sabe onde comer, aonde ir, o livro que saiu ou a arte que aconteceu...

Izabel; Nossa querida Izabel. Ela nos dá força, ela nos dá asas, ela nos faz acreditar que somos capazes sim. Só de estar ao seu lado, já nos sentimos escritores. Ela é capaz de despertar a parte mais brilhante e luminosa de cada um de nós. O nosso dom!

Quem sabe nunca mais nos encontraremos, quem sabe somos convidados para um evento do Santander, quem sabe eu leia o nome deste moço nas colunas de um jornal, quem sabe eu encontre uma senhora elegante, no banco de uma praça a observar quem será a próxima vítima a que sua história em crônica vai contar.

Como diz “Albert Einstein: Pode ser que um dia tudo acabe... Mas, enquanto houver amizade, construiremos tudo novamente, cada vez de forma diferente. Sendo único e inesquecível a cada momento.

Andréia Cibele

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