29 de jun de 2012

Celebração aos 4 sentidos

Adoro este video!






"Mas, quando falo dessas pequenas 
felicidades certas,que estão diante de
cada janela,uns dizem que essas coisas
não existem,outros que só existem 
diante das minhas janelas, e outros
finalmente, que é preciso aprender a 
olhar,para poder vê-las assim..."
Cecília Meireles


18 de jun de 2012

Musée Marmottan Monet




Jules Marmothan, colecionador, adquiriu o prédio do museu em 1882. Seu filho Paul, herdou o prédio e instalou ali sua residência. Continuou ampliando a coleção herdada do pai, incluindo mobiliário, pinturas, gravuras, desenhos e bronzes. Após sua morte, em 1932, o acervo foi doado a Academia de Belas Artes, que após organizar e catalogar disponibilizou a coleção ao público.
Em 1957 novas doações impressionistas vieram da família do médico que atendia as famílias de Monet, Renoir e Pissaro. O segundo filho de Monet, Michel Monet, em 1966 doou pinturas, desenhos e fotografias ampliando ainda mais a coleção do museu.
Dizem assim, ser este o museu que mais abriga “Monets” no mundo, incluindo a tela responsável pelo nome do movimento artístico. No catálogo da exposição de 1874, que incluía Cézanne, Pissaro, Renoir entre outros, ao ser questionado sobre o nome da sua tela, Monet aparentemente disse “coloque Impressão”. E assim logo todo grupo ficou conhecido como impressionista, mostrando elementos de cores contrastantes e pinceladas fortes.
Além de constantemente trabalhar a interação da luz e da água, Monet também gostava de mostrar os efeitos da luz no mesmo tema em diferentes momentos do dia.
Além de Renoir, Degas, Gaugin, também podemos ver uma sala inteira dedicada a uma das únicas mulheres do grupo, Berthe Morisot.
O museu também tem uma livraria, que além dos tradicionais souvenirs, tem livros sobre o impressionismo e seus representantes maravilhosos!

2, rue Louis Boilly –16 arround -  75016 Paris


15 de jun de 2012

Le Baiser - Rodin




 "O Beijo" é uma escultura em mármore branco esculpida por Auguste Rodin em 1886.

Criada inicialmente para fazer parte da obra “Os portões do inferno”, tinha o nome inicial de “Francesca da Rimini”, porém quando os críticos a viram pela primeira vez em 1887 sugeriram apropriadamente  Le Baiser.

A obra que se tornou uma das mais conhecidas do artista, parece ter sido inspirada no romance do escultor com sua assistente Camile Claudel.

Acredito que o encanto desta obra é transmitir ao mesmo tempo força, cumplicidade, emoção, ternura e claro, sensualidade. É a minha preferida do artista.

www.musee-rodin.fr