20 de mai. de 2011
Uma alegria para sempre - Mário Quintana
13 de mai. de 2011
Sexta - Feira 13!!!
Considerado um dia de azar, a sexta-feira 13, apareceu em muitas culturas ainda antes de Cristo.
O número 13 para numerologia é considerado irregular, infortúnio. Ainda mais vindo depois de um número tido pelos estudiosos como completo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus, 12 signos do Zodíaco.
A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar.
Somando-se os dois, tem –se o mais azarado dos dias!
Vejamos algumas origens do mito:
-Os antigos Vikings, fizeram um banquete para 12 convidados, deixando de fora a Deusa do Mal, Loki. Furiosa por ter sido deixada de fora, Loki apareceu no local e matou Balder, um semi-deus que era o favorito dos Deuses. Assim surgiu a idéia de que reunir 13 pessoas para um jantar trás azar. (Será por isso que os jogos de jantar, as louças, são sempre em números pares?)
-Em outra versão Friga (Friday-sexta) a deusa do amor e da beleza, foi considerada bruxa quando as tribos nórdicas se converteram ao cristianismo. Para se vingar, juntamente com 11 bruxas e o próprio demônio, se reuniam todas as sextas para rogar pragas aos humanos.
-A mais forte, nasceu na era Cristã, com os 13 apóstolos que cearam com Jesus antes dele morrer, lembrando que foi em uma sexta-feira.
Também foi em uma sexta-feira 13, que o
Rei Felipe IV da França, exterminou a ordem dos Templários, prendendo, torturando e executando seus Cavaleiros.
As superstições envolvendo os gatos principalmente os pretos também são antigas. Os egípcios, através do seu deus Bast, atribuíram uma á
urea mística aos seus felinos. Mantinham gatos pretos em casa e inclusive os mumificavam depois de mortos.
No paganismo, o gato representa sabedoria e proteção, porém na magia negra o bichano personifica o diabo. Os olhos penetrantes que iluminam a noite, com a associação da cor preta com o mal, contribuíram para a fama demoníaca.
Desta forma é comum os protetores de animais, ficarem atentos a procura por gatos pretos nesta época, justificando que muitos acabam sendo usados em rituais de magia.
Assim, desejo uma ótima sexta-feira para todos!
PS: Nas fotos, nosso gato Recamiah!
9 de mai. de 2011
Relicário Vik Muniz
Já falei deste artista aqui anteriormente e sem querer ser repetitiva vou falar novamente porque ele realmente merece.
No Instituto Tomie Ohtake estive na exposição Relicário, em que ele recupera objetos seus da década de 80 e outros inéditos mostrando sua habilidade de desenhista e modelador.
A Amostra reúne 30 trabalhos, sendo alguns do início de sua carreira, de sua primeira exposição individual em Nova York e sua primeira mostra no Brasil em 1988.
Ali encontrei um origami feito de uma só folha de papel reproduzindo um origamista, um crânio com nariz de palhaço, um sarcófago feito como uma tuppeware gigante, luvas usadas de seis dedos, enormes pés atrás de uma cortina de veludo, que talvez por estarem próximos a uma enorme roupa de batizado bizarra de um suposto monstro me causaram um medo estranho.

O que eu gostei é que as obras são cheias de ironia no que envolve a função original dos objetos, como o “Sarcophagus Tuppeware”, mas ao mesmo tempo nos fazem rir como o esqueleto com nariz de palhaço “Caveira do Palhaço”1989/2010. Ou ainda a série “Flora Industrialis” com fotografias de flores artificiais catalogadas pelo país do fabricante e o tipo de material usado. Muito, muito irônico!

“Interessam-me espaços onde a logica e o senso comum falham, criando oportunidade ao público para novas experiências.”Vik Muniz
Então mais um "viva" para Vik Muniz!