18 de mar. de 2011

Saint Patrick's Day



Patricio nasceu em uma rica família na Bretanha Romana, fortemente ligada à Igreja Católica. Dedicou-se a evangelização por trinta anos, falecendo em 17 de março de 461.

Normalmente o Saint Patrick’s Day é comemorado no dia 17 de março nos países que falam inglês, com as pessoas vestindo roupas verdes e festejando pelas ruas e bares.

Na Irlanda, onde St. Patrick é padroeiro, é feriado com desfiles, estilo carnaval, e muitas festas nos pubs. Muitas pessoas além de vestirem verde pintam trevos de três folhas no rosto.

St. Patrick usava o trevo como metáfora para explicar o conceito da Santa Trindade (Pai, Filho e Espirito Santo).

Ps: detalhe da foto que o chopp era verde e o esmalte da unha também!

11 de mar. de 2011

O Butão e o FIB (Felicidade Interna Bruta)



O Butão é um pequeno país dos Himalaias, no sul da Ásia, entre a China e a Índia. É uma das menores e menos desenvolvidas economias do mundo, com 90% da população vivendo de da agricultura de subsistência e criação animal.
Talvez você tenha alguma lembrança dele, do filme de Bernardo Bertolucci, “O Pequeno Buda”, que realizou alguma cenas em suas grandiosas construções.
O país em que pés de maconha crescem livremente e são utilizados para alimentar os porcos, também é conhecido por ser a primeira nação a banir o tabaco. No entanto, foi em 2009, no Fórum Econômico Mundial em Davos, que o Butão começou a atrair a atenção. Um Monge Butânes tentou explicar o FIB, criado em 1970 pelo ex-rei Jigme Wangchuck, para se contrapor ao PIB, que é baseado em valores econômicos.
O FIB, mede o bem estar da população, ajudando a definir os rumos da nação. É baseado em quatro pilares:
- economia,
- cultura,
- meio-ambiente,
- governo.
Destes se desdobram 72 itens, abrangendo desde o bem estar psicológico, até o acesso a escola. De dois em dois anos são distribuídos formulários para as famílias com questionando se o pai conversa com seus filhos sobre religião, se teve sentimentos suicidas, se o cidadão sente ciúmes, se foi generoso, entre tantas outras coisas. Cada item recebe uma nota, que entra nas complicadas fórmulas matemáticas.
As respostas mostram que sentimentos de ciúmes ou suicídio são raridades. As famílias ainda são muito importantes e não entendem a necessidade de matar ou mentir.
Fico pensando em como foi difícil aquele monge tentar explicar tudo isso em Davos, pois é muito diferente do “nosso mundo”, em que a grande maioria das coisas simples avaliadas pelo FIB são completamente ignoradas pelos nossos governantes. O governo do Butão, entende que a felicidade não é o objetivo em si, mas viabilizar ao individuo condições para que ela surja, sempre lembrando dos ensinamentos budistas.

28 de fev. de 2011

Os comerciais, as propagandas...




Minha filha de 10 anos está aprendendo na escola sobre publicidade, marketing, propaganda e afins. Está entusiasmada analisando os comerciais e explicando, por exemplo, porque determinado símbolo é colocado à direita e como isso interfere na maneira como recebemos as informações.

Acho tão importante ela estar aprendendo sobre estas coisas que nos influenciam tanto. Apenas ligamos a telinha, abrimos um jornal ou revista e somos alvejados por tamanha quantidade de informações e tentações que precisamos realmente estar preparados. Aqui em casa, ainda não pediram para ir ao banheiro na casa do Pedrinho, mas repetem algumas frases sem piscar!

Particularmente sou fascinada por comerciais, adoro aquele em que um pai troca a fralda do filho enquanto discute a banda larga da Claro; a Tridente que fala do aumento da população mundial com muito bom humor, falando de mais mulheres bonitas, mais musica boa; a querida Suzana que ganhou o mundo sem precisar sair da barra da calça do pai super protetor apenas por se transformar em uma “net”, entre outros tantos.

Tem o fantástico comercial da Fiat, sobre o novo Uno em que precisei da ajuda do meu filho para entender que reproduzia o vídeo game Rock Band! Aliás, os comerciais de carro tem dominado a maioria dos horários, alguns utilizando lindas músicas, até mesmo eruditas, talvez tentando chamar a atenção de um público mais refinado, mas que deixam os comerciais adoráveis.

Mas o que me surpreendeu foi que neste carnaval não temos tantos comerciais de cerveja como em anos anteriores, com aquelas músicas chicletes que grudam principalmente nas crianças. Alguns anos atrás surpreendi meu filho com uma tampinha da Skol no estojo e pedi como ele tinha aquilo. Ele respondeu que vários colegas da escola tinham porque adoravam a música!

Por isso fiquei tão feliz ao ver tudo isso sendo debatido em sala de aula, pois acredito que quanto mais preparadas, melhor nossas crianças receberão tantas informações.